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PREVENÇÃO ÀS DSTs

PREVENÇÃO E SAÚDE

Data: 21/11/2014

PREVENÇÃO ÀS DSTs

Prevenção às DSTs






   As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), conhecidas como doenças venéreas, são causadas por vírus, bactérias ou fungos adquiridos através do contato sexual. A transmissão também pode ocorrer de maneira indireta, pelo compartilhamento de utensílios não higienizados, como roupas íntimas, ou pela manipulação indevida de objetos contaminados, como agulhas e lâminas. Geralmente, manifestam-se na forma de bolhas, verrugas, feridas ou corrimento genital, e em alguns casos podem não apresentar sintomas.


   Segundo a Organização Mundial de Saúde, anualmente registram-se 340 milhões de casos novos de DSTs curáveis no mundo, na faixa etária de 15 a 49 anos, quase 80% em países em desenvolvimento. No Brasil, estima-se que surjam de 10 a 12 milhões de casos novos por ano, projetando as DSTs entre as cinco principais causas de procura do serviço de saúde.






Tema está entre os mais requisitados para palestras nos canteiros de obras




   Entre as mais conhecidas, estão: a gonorreia, corrimento genital ocasionado por inflamação no canal da urina, causada pela bactéria Neisseriagonorrheae; o condiloma, causado pelo vírus HPV, resultando em verrugas na região genital; a sífilis, transmitida pela bactéria Treponema pallidum, que tem evolução crônica: começa com ferida naregião genital e pode provocar lesões espalhadas pelo corpo; a clamídia, bactéria que atinge os órgãos genitais internos e o canal urinário, provocando inflamação que pode gerar infertilidade; e o herpes, vírus que produz pequenas bolhas nos órgãos genitais externos, que ardem, coçam e podem ocasionar feridas, quando rompidas.


   A Aids, a mais temida das Doenças Sexualmente Transmissíveis, é causada pelo vírus HIV. Ele ataca e mata as células de defesa do organismo, gerando queda da imunidade e o aparecimento de outras doenças relacionadas a essa baixa na imunidade.


   Em ambos os sexos, as DSTs tornam o organismo mais vulnerável a outras doenças, inclusive a Aids, e também podem ter relação com a mortalidade materna e infantil.


Algumas são de fácil tratamento e de rápida resolução. Mas outras têm tratamento difícil e podem permanecer ativas mesmo após os sintomas desaparecerem. Por esta razão, o acompanhamento médico é fundamental.


Nesses casos, a automedicação, além de não curar, pode trazer efeitos indesejados.


   A principal forma de se evitar as DSTs continua sendo o uso do preservativo durante as relações sexuais. Caso ocorra uma relação desprotegida e haja a suspeita de alguma DST, deve-se procurar ajuda médica imediatamente para a realização dos exames de detecção e, se confirmada, iniciar o tratamento.


   No Seconci-SP, esse tema está entre os mais requisitados para a promoção de palestras nos canteiros de obras. Disseminar a informação, tanto das medidas de prevenção, como da importância de se consultar um médico ao menor sinal de alteração, são fatores que contribuem e muito para a redução do número de casos de DSTs no Brasil. Estamos falando de doenças em que o contágio é evitável, mas que, se não forem tratadas adequadamente, podem ser fatais.




Fonte desta matéria: Revisat Notícias da Construção do SindusCon-SP, publicada por ELIETE DA SILVA LUCIO que é clínica geral formada pela Faculdade de Medicina de Itajubá (MG) e coordenadora Médica Ambulatorial do Seconci-SP


 

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